
5 de dez. de 2025
por Rafaela Varella, Diretora criativa da HAPU
como o comportamento de consumo muda quando sentir vale mais do que ter
a geração z está redefinindo prioridades de consumo em um ritmo acelerado. enquanto modelos anteriores valorizavam a posse de produtos, os jovens adultos de hoje direcionam seu investimento para aquilo que desperta conexão, memória e pertencimento. segundo pesquisas amplamente discutidas no mercado, mais da metade desse público prefere gastar com experiências do que com objetos físicos, revelando um deslocamento claro entre materialidade e significado. esse movimento simboliza o fim do consumo romantizado e o início de uma lógica centrada em vivências que comunicam identidade.
por que a experiência se tornou valor cultural para a gen z
a vida hiperconectada transforma tudo em conteúdo. unboxings, hauls e reviews inundam o feed e criam um fluxo infinito de estímulos sobre produtos. nesse cenário saturado, o jovem consumidor busca diferenciação em outro lugar. quando o digital transforma o consumo em vitrine constante, a resposta natural é procurar o que não cabe em um vídeo de cinco segundos: sentir. experiências presenciais oferecem pausa, profundidade e histórias que não se resumem a qualidades técnicas. elas traduzem emoção.
experiências constroem pertencimento e pertencimento constrói lealdade
pop-ups, eventos imersivos e ativações físicas deixaram de ser ações complementares. tornaram-se motores de comunidade. a gen z quer vivenciar a marca antes de comprá-la, entender seus valores no cotidiano e reconhecer que faz parte de um grupo com códigos compartilhados. experiências bem construídas funcionam como rituais modernos de identidade, onde marcas mostram quem são de forma viva e não apenas descritiva. é ali que o laço emocional acontece.
do aesthetic ao vínculo real: o que marcas ainda não entenderam
experiência não é cenário bonito. a potência está no que acontece entre pessoas. ambientes que refletem valores e facilitam interação criam espaços onde o público se percebe como parte da narrativa. essa geração não quer observar, quer participar. quer ser coautora da história da marca e não apenas espectadora passiva. quando os códigos culturais são claros, a conexão surge de forma orgânica e estabelece uma relação muito mais resistente do que a simples compra.
o futuro do consumo: colecionar momentos
quanto mais intensa a vida digital, maior o desejo por memórias físicas. a gen z está invertendo a lógica do consumo e priorizando o intangível. experiências são divididas, amplificadas e transformadas em símbolos sociais que carregam significado coletivo. marcas que compreendem esse novo paradigma constroem vantagem competitiva porque entregam algo que nenhum produto consegue replicar: pertencimento cultural.
como a HAPU transforma experiências em estratégia
na HAPU, entendemos que experiências imersivas são ferramentas de construção de marca que trabalham no campo mais poderoso da comunicação contemporânea: a emoção. desenvolvemos eventos, ativações e narrativas que traduzem códigos culturais em conexão real, aproximando marcas da geração z com autenticidade e profundidade. criamos projetos que fortalecem comunidade, ampliam relevância e posicionam marcas no centro do comportamento jovem.
se a sua marca quer sair da lógica do produto e entrar na lógica da experiência, vem conversar com a HAPU. estamos prontas para construir estratégias que fazem sentido agora e permanecem no futuro.




