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gen z e a curadoria do consumo: por que a decisão de compra ficou mais criteriosa em 2026

5 de dez. de 2025

por Rafaela Varella, Diretora criativa da HAPU

como reviews, ugc, prova social e comunidade definem o comportamento de compra da geração z

a geração z transformou o ato de comprar em um processo de investigação. em um cenário saturado de produtos, promessas e discursos de marketing, essa geração aprendeu a não confiar na primeira camada da narrativa. antes de decidir pela compra, o jovem pesquisa, compara, observa resultados reais e valida a experiência com pessoas comuns. a curadoria virou uma etapa obrigatória porque funciona como filtro de autenticidade em um ambiente onde todo mundo promete tudo. para uma geração nativa digital, verificar se a prática corresponde ao discurso é parte natural da rotina de consumo.


o conteúdo gerado pelo usuário ocupa papel central nessa lógica. vídeos de unboxing, reviews sinceros, testes de uso no dia a dia e comparativos feitos por criadores independentes entregam aquilo que nenhuma campanha consegue simular: prova social. quando a geração z vê alguém real usando um produto em uma situação real, a confiança cresce. é essa camada de validação que reduz a distância entre a promessa da marca e a experiência concreta do consumidor. mais do que alcance, o ugc entrega credibilidade, que é a moeda de maior valor entre jovens.


como a geração z cresceu navegando por diferentes plataformas, aprendeu cedo a diferenciar o discurso vazio de uma entrega verdadeira. por isso, a narrativa oficial da marca não é suficiente. os jovens buscam sinais externos que confirmem autenticidade. pesquisam vídeos, avaliam comentários, analisam consistência de avaliações e até observam a postura da marca diante da comunidade. esse comportamento não é sobre desconfiança, mas sobre maturidade digital. quando todo mundo pode comunicar, o consumidor aprende a filtrar.


marcas que constroem comunidade se beneficiam diretamente dessa dinâmica. quando existe identificação, os consumidores se tornam porta-vozes naturais. compartilham experiências, defendem a marca e recomendam produtos porque acreditam neles. comunidades fortes criam um ecossistema de defesa que reduz ruído, fortalece reputação e sustenta crescimento orgânico. o pertencimento transforma usuários em aliados, reforçando a presença da marca em múltiplas camadas da cultura.


é por isso que, para vender em 2026, não basta ter um bom produto. é preciso ter contexto, consistência e relação. a geração z quer ver o impacto do produto na vida real, quer entender para quem ele funciona, quer sentir que a marca existe além do anúncio. quanto mais a marca mostra que sabe dialogar, mais espaço ela conquista no processo de curadoria jovem. no fim, a decisão de compra acontece onde confiança, prova social e experiência se encontram.


aqui na HAPU, transformamos comportamento em estratégia e ajudamos marcas a ocuparem os espaços onde a decisão de compra realmente acontece. se a sua marca quer gerar desejo em 2026 e construir credibilidade com a geração z, chega mais e bora ser frezh.




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